Descobri que sou uma mimada.
Quero tudo na hora, não quero me esforçar para conseguir nada e fico muito brava quando não consigo o que eu quero.
Alguém tem um behaviorista ai?
rsrsrs
sábado, 24 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
A incerteza
Vivenciar uma incerteza...
Quando você não consegue perceber se algo é ou não é...
Angustiante a princípio.
Por que precisamos ter certeza de tudo?
Acho que vivemos em tempos onde as incertezas
perderam seu lugar.
A busca incessante por controle da natureza, do tempo,
do espaço... acho que é um reflexo da impossibilidade do homem
de prever a si mesmo.
Faço fora o que não consigo fazer dentro.
Na minha opnião:
Muitas incertezas paralizam.
Certezas demais nos levam pro buraco.
Acho que o equilíbrio funciona... o velho equilíbrio.
Apesar da angústia da incerteza...
Ela torna algumas situações excitantes.
Eu gosto disso.
:)
Quando você não consegue perceber se algo é ou não é...
Angustiante a princípio.
Por que precisamos ter certeza de tudo?
Acho que vivemos em tempos onde as incertezas
perderam seu lugar.
A busca incessante por controle da natureza, do tempo,
do espaço... acho que é um reflexo da impossibilidade do homem
de prever a si mesmo.
Faço fora o que não consigo fazer dentro.
Na minha opnião:
Muitas incertezas paralizam.
Certezas demais nos levam pro buraco.
Acho que o equilíbrio funciona... o velho equilíbrio.
Apesar da angústia da incerteza...
Ela torna algumas situações excitantes.
Eu gosto disso.
:)
terça-feira, 30 de março de 2010
Ritornellos Existenciais
Turbulências e mais turbulências...
Assim como cada música tem um ritmo, uma tonalidade... será que a vida de cada um tem uma característica própria, um andamento próprio, uma cor própria? Quem determina isso? Quem compõe a vida? Por mais que ame Sartre... nem tudo é fruto de minhas escolhas. E esse “nem tudo” parece mudar toda o caráter da música. Sou o que escolho... e ao mesmo tempo o que a vida coloca diante de mim. Mas porque a composição de minha vida é tão oscilante?...algumas vezes polifônica... outras vezes uma bela melodia... que se transforma em uma turbulência atonal sem forma ,de uma hora para outra. Como é difícil manter o pulso...me adaptar a essas mudanças...como é difícil. Eu não escolhi entrar nessa obra...ou escolhi? Posso escolher sair dela...mas não é o que eu quero.
Acho que preciso conversar com esse maestro/ compositor... sei lá!
Só sei que dar sentido a tudo isso cansa.
Assim como cada música tem um ritmo, uma tonalidade... será que a vida de cada um tem uma característica própria, um andamento próprio, uma cor própria? Quem determina isso? Quem compõe a vida? Por mais que ame Sartre... nem tudo é fruto de minhas escolhas. E esse “nem tudo” parece mudar toda o caráter da música. Sou o que escolho... e ao mesmo tempo o que a vida coloca diante de mim. Mas porque a composição de minha vida é tão oscilante?...algumas vezes polifônica... outras vezes uma bela melodia... que se transforma em uma turbulência atonal sem forma ,de uma hora para outra. Como é difícil manter o pulso...me adaptar a essas mudanças...como é difícil. Eu não escolhi entrar nessa obra...ou escolhi? Posso escolher sair dela...mas não é o que eu quero.
Acho que preciso conversar com esse maestro/ compositor... sei lá!
Só sei que dar sentido a tudo isso cansa.
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